Acredito que quem acompanhe esse blog esteja a ponto de enlouquecer completamente. Eu sou muito, muito, muito temperamental, muito confusa e nunca sei o que eu quero ou o que estou sentindo.
O que aconteceu é que, acostumei com a dor. É, agora dói, mas não é mais aquela coisa tão intensa, tão sofrida.
Se bem que este tipo de descoberta, essas relacionad
as a ele, não contam quando são feitas nas férias, feriados, fins de semana, etc. Eu estou longe dele, não estou olhando pra ele, não estou perto dele. E é muito mais fácil raciocinar ou tentar melhorar quando não escuto a voz dele, ou vejo a imagem dele, ou sinto o cheiro dele.
Tudo bem longe dele é mais fácil, bem, extremamente mais fácil.
Porém, mesmo sendo mais fácil, é pior. Não gosto de estar longe dele, mas é estando longe que eu choro menos. Quando estou perto dele, no mesmo
lugar, eu sinto muito mais saudade. Acho que é difícil olhar pra ele sem ter vontade de abraçar ele de novo, igual eu fazia quando bem entendia no começo do ano. Longe eu não tenho essa preocupação, não tenho essa vontade. Não tão grande quanto quando estou perto.
Mas é uma dor que a distância e o tempo abafam, mas não curam.
Pelo ao menos abafada eu consigo viver um pouco.
Sou muito confusa. Acho que desisto de me entender!

Definitivamente, desisto de você, Maria Luiza!
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